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Consultoria APS, S&OP e MES para Indústrias | LSB Siemens Partner

O E-book definitivo de MPS, APS e Capacidade FInita

O plano não sobrevive à segunda-feira, e a leitura fácil culpa o chão de fábrica. Quase sempre está errada. O problema nasce quando alguém trata a capacidade da fábrica como infinita, e o MRP, que sempre diz sim, transforma isso em ordens impossíveis no gargalo. Este e-book mostra onde cada decisão deveria morar: o que o MPS resolve, o que ele não resolve, e o que muda quando a capacidade passa a ter dono, horizonte e método.

O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESTE E-BOOK:

  • As cinco camadas de decisão de produção, do S&OP à execução, e o que trava quando cada uma não tem dono;
  • Por que o MRP sempre diz sim, e por que isso é decisão de projeto, não defeito;
  • O que o MPS resolve, o que ele honestamente não resolve, e onde entra a programação de capacidade finita;
  • O checklist de saneamento de cadastro que decide se a sua operação está pronta para um motor de programação, ou ainda não.

Então baixe o e-book agora no botão abaixo e descubra onde cada decisão da sua fábrica deveria morar, para que o plano deixe de ser refeito toda segunda-feira e passe a ter horizonte, critério e método.

Toda segunda-feira, em alguma fábrica, um programador abre uma planilha antes das seis da manhã e refaz o sequenciamento da semana. O plano que saiu do sistema na sexta já não corresponde à máquina. A leitura fácil culpa o chão por não seguir o programa. Quase sempre está errada. O plano foi mal formado camadas acima, quando alguém tratou a capacidade da fábrica como infinita.

O MRP recebe a demanda, consulta o lead time cadastrado e devolve ordens com data. Ele nunca pergunta se o centro de trabalho tem hora livre naquela janela. Não é defeito: é o que ele foi projetado para fazer. Calcular capacidade dentro do MRP tornaria a conta lenta e circular, então seus criadores separaram o cálculo de materiais do cálculo de capacidade. Por isso o MRP sempre encontra uma resposta. Sempre diz sim, mesmo quando o gargalo diz não.

O MPS, o plano mestre de produção, responde ao médio prazo: o que produzir, de acabado, em que semana, dentro da capacidade dos recursos críticos. Ele dá o teto. O APS, a programação de capacidade finita, responde ao curto prazo: em que ordem e em que minuto produzir, considerando setup dependente de sequência, gargalo e calendário. Ele dá a ordem executável. As duas camadas coexistem. O APS não substitui o MRP, ele assume a decisão de capacidade que o MRP, por definição, não toma.

Onde o custo se esconde

Quando a restrição de capacidade não tem dono, o custo dela se distribui onde ninguém procura: a hora do programador refazendo a sequência toda semana, o setup evitável, o pedido que atrasou porque o gargalo apareceu tarde. Somados, costumam superar qualquer licença de software. Mas estão informais, e por isso invisíveis, até o prazo ou a margem já terem sido comprometidos.

O primeiro passo não é comprar um motor de programação. É separar decisões hoje empilhadas sobre uma pessoa só.

Quer o mapa completo dessas cinco camadas? Baixe o material completo clicando no botão de download.

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