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Consultoria APS, S&OP e MES para Indústrias | LSB Siemens Partner

Como a TMSA eleva o OTD em 12,7 pontos e reprograma a fábrica em minutos com Opcenter APS

Em uma operação Engineer-to-Order com centenas de operações interdependentes por projeto, a TMSA reprogramava a fábrica em dias de trabalho manual no ERP e no Excel. Quando o plano ficava pronto, a realidade já havia mudado. A LSB corrigiu dados e roteiros, modelou a fábrica com capacidade finita e implantou o Opcenter APS em dois níveis. Hoje a reprogramação sai em minutos, o OTD subiu 12,7 pontos, a aderência está em torno de 94% e o Excel foi descontinuado.

RESULTADOS ALCANÇADOS

OTD DE OPs NO PRAZO

68% ⭢ 81%

ADERÊNCIA AO PLANO

94%

CENÁRIOS SIMULADOS EM PARALELO

19

São 12,7 pontos percentuais de ganho entre 2025 e o primeiro semestre de 2026. O avanço reflete decisões de sequenciamento tomadas sobre dados corrigidos e visibilidade antecipada de desvio, que permitiram agir antes de o atraso se concretizar.

A meta de 90% foi superada e o indicador passou a ser medido sem tolerância de atraso. O ganho vem do ritual de governança semanal e do sequenciamento confiável, não da ferramenta isolada.

No nível estratégico, a TMSA passou a simular em torno de 18 a 19 projetos ao mesmo tempo, sustentando decisões de carteira e propostas comerciais com avaliação de capacidade produtiva real, algo inviável no modelo anterior de planilhas.

Renan Francelino
Renan Francelino

Coordenador de PPCPM

A ferramenta trouxe mais estabilidade e facilitou a manutenção da meta de 90% de aderência. Atualmente, com o uso do APS, passamos a considerar o indicador sem tolerâncias para atrasos."

O DESAFIO

A TMSA projeta e fabrica soluções de movimentação e armazenamento de granéis sob encomenda. Cada projeto nasce na engenharia e chega ao chão de fábrica com estrutura, processo e roteiro únicos, percorrendo nesting, corte a laser, caldeiraria, soldagem, usinagem, pintura e montagem. Dezenas de projetos simultâneos competem pelos mesmos recursos.

ANTES E DEPOIS

O QUE FOI FEITO

Entre outubro de 2024 e dezembro de 2025, a LSB conduziu o projeto em fases, tratando o caso como um problema de processo e dado, não de sistema. O go-live do Scheduling fino ocorreu em agosto de 2025 e o do estratégico em dezembro do mesmo ano, com uso paralelo ao Excel para validação. A arquitetura foi desenhada em dois níveis sobre o SIEMENS Opcenter APS:

  • Diagnóstico do negócio ETO antes de qualquer parametrização, com identificação e correção de inconsistências em dados, roteiros e cadastros
  • Modelagem de todos os centros produtivos com capacidade finita e restrições reais de setup, do corte a laser à montagem, com lógica de packing lists sincronizando partes e peças
  • Integração bidirecional com o ERP Dynamics AX, sincronizando roteiros, ordens, estruturas de produto e datas
  • Separação do APS em Scheduling fino e estratégico, decisão de método da LSB que viabilizou simulação rápida de novos projetos e avaliação de capacidade como apoio direto ao comercial
  • Governança de adoção com validações conjuntas semanais entre consultoria e equipe interna, ao longo de todo o ciclo

Foi a correção estrutural, e não o sistema em si, que devolveu confiabilidade ao ponto de partida do plano. O ritual semanal endereçou a resistência natural da fábrica em interpretar reprogramações, ponto em que a maioria dos projetos de planejamento falha.

Um resultado inesperado reforça o valor do método: ao estruturar o sequenciamento, o projeto expôs falhas de dados que antes permaneciam invisíveis.


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