Por que pedidos ETO/MTO atrasam mesmo com um bom sistema — e onde o prazo realmente se perde

Pedidos ETO/MTO atrasam por um motivo que a maioria não procura: engenharia, planejamento e produção trabalham em paralelo, e mudanças de projeto reabrem decisões de programação já fechadas. Estudo em estaleiros ETO mostra que mudanças chegam a consumir 10% das horas de fabricação e a inflar em 25% as tarefas de planejamento. O artigo explica onde o prazo se perde, o que sincronizar de fato significa e o que resolver antes de comprar qualquer ferramenta.
Um S&OP que para no PowerPoint não é planejamento: Por que o plano não vira execução na fábrica e o que fazer para fechar essa distância?

Um S&OP que termina em vinte slides e nunca chega à fábrica não é planejamento: é intenção. Este pilar mostra onde exatamente o plano se desconecta da execução, por que o S&OE é o processo que fecha essa lacuna, e o que precisa estar no lugar — fronteira clara entre planejar e executar, dado de chão confiável e malha fechada — para o plano deixar de morrer no PowerPoint e virar sequência de produção.
Setup não é só tempo perdido na troca. É a maior perda de produtividade que sua fábrica de plástico e papel não está medindo

Em plástico e papel, a maior perda de produtividade raramente é a quebra de máquina: é a soma das trocas, estruturalmente alta em operações multi-SKU e quase sempre invisível no relatório. Perseguir o benchmark universal de 85% de OEE é o alvo errado para esse modelo de fábrica. O caminho para reduzir setup começa antes do SMED e do software, por uma decisão de método que poucos tomam primeiro: como você sequencia a produção.
MOM na prática: o que fica dentro do MOM, o que fica fora, e por que a ilha mais cara nasce na FRONTEIRA

Comprar ferramenta sem cuidar da fronteira entre planejamento e fábrica é o erro mais caro da digitalização industrial: cada camada cumpre sua função, e o problema continua. Este guia define o que é MOM pela ISA-95, esclarece o que fica de fora dele, mostra por que um bom sistema vira ilha isolada e detalha a sequência que conecta plano e execução em ciclo fechado, com dados da pesquisa Deloitte 2025 e casos reais de indústrias brasileiras.
Por que projetos de planejamento falham — e por que o software quase nunca é o culpado

Por que projetos de planejamento falham — e por que o software quase nunca é o culpado Até 75% dos projetos de planejamento industrial falham, e quase nunca pelo software. As três causas dominantes (gestão da mudança, qualidade de dados e equipes inexperientes) são humanas, processuais e preveníveis. Este guia mostra onde os projetos de…
Por que 70% das transformações digitais falham na indústria — e como saber se você está nessa estatística

Por que 70% das transformações digitais falham na indústria — e como saber se você está nessa estatística Setenta por cento das grandes transformações não atingem seus objetivos — mas a causa quase nunca é o software. As falhas se concentram em pessoas, processo e dado. Go-live não é sucesso; sucesso é adoção real, medida…
Atraso em Pedidos: Problema de Produção ou de Planejamento?

O artigo mostra que atrasos em pedidos nem sempre são problemas da produção, mas do planejamento. Destaca que falta de sincronização entre materiais, capacidade e prioridades gera impactos em cadeia, enquanto o uso de APS permite identificar causas reais e tomar decisões mais assertivas para garantir entregas.
Planejamento para Indústrias de Embalagens/Plásticos: Variabilidade, Setups, Mix Alto e Restrições Reais

O artigo mostra que o planejamento em indústrias de embalagens e plásticos é altamente complexo devido à variabilidade da demanda, setups frequentes, alto mix de produtos e múltiplas restrições operacionais. Destaca que soluções avançadas e digitalização são essenciais para aumentar a flexibilidade, eficiência e capacidade de resposta da produção.
Programar ordem sem material é pedir para sofrer: como o conceito de “Liberável” no Opcenter APS muda a programação da produção

O artigo mostra que programar ordens sem garantir a disponibilidade real de materiais gera desperdícios, paradas e atrasos. Apresenta o conceito de “Liberável” no APS, que identifica quais ordens podem ser executadas com segurança, aumentando a confiabilidade da programação e evitando decisões baseadas em promessas de fornecimento.
Qualidade de dados no PCP: o checklist que evita 90% dos “planos que dão errado

O artigo mostra que a baixa qualidade de dados é uma das principais causas de planos que falham no PCP, gerando estoques incorretos, atrasos e retrabalho. Destaca que problemas começam no cadastro, apontamentos e integração, e que um checklist estruturado ajuda a garantir dados confiáveis e decisões mais assertivas.
