Consultoria APS, S&OP e MES para Indústrias | LSB Siemens Partner

Soluções para Embalagens Plásticas Flexíveis

Mais previsibilidade para embalagens plásticas flexíveis

Conecte demanda, estoques, capacidade, sequenciamento e execução para reduzir reprogramações, setups, atrasos, aparas e perda de produtividade em operações de extrusão, impressão, laminação, corte e solda.

Por que embalagens plásticas flexíveis exigem mais do PPCP

Na indústria de embalagens plásticas flexíveis, planejar não é apenas sequenciar ordens. É equilibrar alto mix de SKUs, combinar larguras na extrusão, sincronizar recursos entre impressão, laminação e corte/solda e responder rápido às mudanças sem comprometer prazo, produtividade e aproveitamento de material.

Alta Variedade
de SKUs

Conjugação de Ordens
na Extrusão

Aproveitamento da
Largura Útil

Múltiplas Restrições
Simultâneas

Sincronização de Clichês, Cilindros e Insumos

Interdependência Entre Etapas Produtivas

Os sinais de que a operação perdeu o controle

Na indústria de embalagens plásticas flexíveis, a falta de sincronismo entre planejamento, programação e execução aparece rápido na rotina. O efeito se traduz em reprogramações, setups excessivos, desperdícios, gargalos entre etapas e prazos cada vez menos confiáveis.

Reprogramações Constantes

Mudanças frequentes de prioridade, encaixes de última hora e restrições de capacidade desorganizam a sequência produtiva e tornam a rotina do PCP cada vez mais reativa.

Setups Excessivos

Trocas mal planejadas entre materiais, larguras, cores, clichês, cilindros e etapas produtivas aumentam tempos improdutivos e reduzem a eficiência da operação.

Aparas e perdas de material

Decisões mal estruturadas de sequência e conjugação de ordens comprometem o aproveitamento da largura útil e elevam o desperdício ao longo do processo.

Prazoes sem segurança

Sem visibilidade real de capacidade, restrições e andamento da fábrica, prometer datas confiáveis se torna difícil e o risco de atraso aumenta.

Quando a operação perde
estabilidade, o negócio sente

Na indústria de embalagens plásticas flexíveis, problemas recorrentes de planejamento, programação e execução não afetam apenas a rotina da fábrica. Eles pressionam margens, comprometem prazos, desequilibram estoques e reduzem a capacidade de responder com segurança ao mercado.

Margem
sob pressão
Constante

Setups excessivos, aparas, reprogramações e perdas de produtividade aumentam o custo operacional e reduzem a eficiência econômica da operação.

01.

Prazos e nível de serviço comprometidos

Sem estabilidade no plano e visibilidade real da capacidade, cresce o risco de atrasos, renegociações e desgaste na relação com o cliente.

02.

Estoques desalinhados
e capital Parado

Decisões reativas ao longo da operação elevam excessos, faltas e desalinhamentos entre materiais, produção e demanda, comprometendo o uso do capital.

03.

Baixa previsibilidade para crescer

Quando a operação depende de ajustes constantes, a empresa perde confiança para prometer, planejar, priorizar investimentos e sustentar crescimento controlado.

04.

DIGITALIZAÇÃO:
Conectando planejamento, sequenciamento e execução

Planejamento com visão real de capacidade

Considere os recursos restritivos da produção como EXTRUSORAS e IMPRESSÃO, para balancear capacidade e demanda de forma mais estratégica

Sequenciamento orientado por setup e restrições

Otimize os setups por formulação, tipo de material, largura, espessura, cores e clichês. Sincronize as etapas do processo produtivo para reduzir perdas e aumentar a produtividade.

Visibilidade em tempo real da execução

Identifique as principais causas de refugo, retrabalho e paradas de máquina. Acompanhe, em tempo real, lotes, pedidos e o desempenho verdadeiro da operação.

Redução
de Setup
+ 0 %
Aumento de
Produtividade Geral
+ 0 %
Redução
de Desperdícios
+ 0 %
Velocidade de
Planejamento
+ 0 %

A DIGITALIZAÇÃO NÃO É MAIS UMA OPÇÃO.
É A ÚNICA MANEIRA DE GARANTIR O FUTURO DA SUA PRODUÇÃO.

As tecnologias mais aderentes
para embalagens plásticas flexíveis

Em operações com alta variabilidade, múltiplas restrições e forte dependência entre etapas, a tecnologia precisa apoiar decisões de planejamento, sequenciamento e execução com profundidade real. Estas são as frentes mais relevantes para o setor.

ADERÊNCIA ESTRATÉGICA

Mais previsibilidade para decidir
o que
, Quando, onde, e quanto produzir

Opcenter APS PL - Telas da Ferramenta

Balanceamento entre
Capacidade e Demanda

Visibilidade de volumes
estoques e cobertura

mais segurança para
o planejamento

ADERÊNCIA ESTRATÉGICA

Mais previsibilidade para decidir
o que
, Quando, onde, e quanto produzir

Opcenter APS PL - Telas da Ferramenta

Balanceamento entre
Capacidade e Demanda

Visibilidade de volumes
estoques e cobertura

mais segurança para
o planejamento

ALTA ADERÊNCIA PARA O SEGMENTO

Otimização dos seus recursos.
Menos perdas na rotina.

Opcenter APS SC - Telas da Ferramenta

Redução de setups
e trocas desnecessárias

Melhor aproveitamento da
largura na extrusão

Mais aderência entre
programação e fábrica

Confira cases reais de aplicação em nossos clientes

Soluções:

APS Planning

MyIND (MES)

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Alguma Dúvida?

Temos um time de consultores especialistas disponível para tirar todas as suas dúvidas.

Os principais desafios costumam envolver alta variedade de SKUs, múltiplas restrições de capacidade, setups frequentes, conjugação de ordens na extrusão, aproveitamento da largura útil, sincronização entre impressão, laminação e corte/solda, além da necessidade de responder rápido às mudanças de prioridade sem comprometer prazo, produtividade e desperdício.

Porque não se trata apenas de liberar ordens para produção. Esse tipo de operação exige equilíbrio entre demanda, materiais, recursos críticos, largura, espessura, clichês, cilindros, sequência produtiva e dependência entre etapas. Quando essa lógica não é bem estruturada, a rotina passa a ser dominada por reprogramações, atrasos, aparas e baixa aderência ao plano.

Na maioria dos casos, não completamente. O ERP é importante para registrar e integrar informações do negócio, mas normalmente não oferece profundidade suficiente para tratar capacidade finita, sequenciamento detalhado, otimização de setups, sincronização entre etapas e visibilidade operacional em tempo real. Por isso, operações mais complexas costumam precisar de soluções complementares.

Faz sentido quando a empresa precisa programar com mais precisão uma operação sujeita a restrições reais de capacidade, setups relevantes, alta variabilidade de mix e forte impacto da sequência produtiva no resultado. O APS ajuda a transformar uma programação reativa em uma lógica mais estruturada, com maior aderência à realidade da fábrica.

A redução de setups depende de uma combinação entre critério de sequenciamento, regras operacionais bem definidas e visibilidade sobre os atributos que afetam a troca, como formulação, tipo de material, largura, espessura, cores, clichês e cilindros. O ganho não vem apenas da disciplina operacional, mas de uma programação que respeita a lógica real do processo.

Isso exige decisões mais inteligentes na combinação e sequência das ordens, especialmente em processos como extrusão. Quando a programação considera largura útil, conjugação de ordens, materiais compatíveis e restrições de capacidade, a operação tende a reduzir desperdícios e melhorar o aproveitamento produtivo sem perder fluidez.

Sim. Embora muitas dores apareçam primeiro na programação e no chão de fábrica, a demanda mal estruturada compromete a estabilidade de todo o plano. Em operações com alto mix, oscilações frequentes e pressão por disponibilidade, o Planejamento de Demanda ajuda a reduzir decisões reativas, melhorar previsibilidade e dar mais consistência às etapas seguintes.

A integração melhora quando as áreas passam a trabalhar sobre uma mesma lógica de capacidade, prioridades, restrições e execução real. Isso significa conectar promessa comercial, planejamento, programação e acompanhamento da fábrica para que as decisões deixem de ser isoladas e passem a refletir a realidade operacional.

Os indicadores mais relevantes variam conforme o nível de maturidade da operação, mas normalmente incluem aderência ao plano, cumprimento de prazo, setups, produtividade, desperdícios, aparas, utilização de capacidade, lead time, nível de serviço, cobertura de estoques e causas de refugo, retrabalho e paradas. O mais importante é que esses indicadores sustentem decisões práticas, não apenas acompanhamento histórico.

Geralmente, a necessidade fica clara quando a operação convive com reprogramações constantes, setups elevados, desperdícios recorrentes, baixa visibilidade do chão de fábrica, promessas de prazo inseguras ou desalinhamento frequente entre o que foi planejado e o que realmente acontece. Nesses casos, o problema costuma ser menos de esforço e mais de estrutura de decisão.

O prazo varia conforme escopo, maturidade dos processos, qualidade dos dados, nível de integração e complexidade da operação. Em geral, os primeiros ganhos aparecem à medida que a empresa passa a enxergar melhor suas restrições, estruturar regras de planejamento e programação e aumentar a aderência entre o plano e a execução. O mais importante é conduzir a implantação com foco na realidade operacional, e não apenas na tecnologia.

A LSB atua conectando planejamento, sequenciamento e execução com foco na realidade da fábrica. Isso envolve entender as particularidades do segmento, modelar a lógica operacional, aplicar tecnologias aderentes ao contexto da empresa e estruturar decisões mais consistentes entre comercial, PCP e produção. O objetivo não é apenas implantar software, mas aumentar previsibilidade, reduzir perdas e melhorar a performance da operação.

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